Queijo – The root of the word

Popular portuguese saying

From Spain may not come good winds or weddings (a portuguese popular  saying), but the spaniards may have been responsible for introducing the word Queijo . It must have happened in the year 980 through the word Queso.

But the source of this word seems to be in popular Latin. Caseus was used

Cheese must have originated from the word chese and, in turn, from cīese or cēse (in ancient English).

Many phonetic and graphic similarities are also found in the German origin. Käse is as they say these days. Chāsi in Old German. In turn its origin is in the German-Western root kasjus, a derivation from Latin.

Everything seems to have a source. It does.

Source: Wikipedia and Internet

Notes:

  1. The portuguese word for cheese is queijo.
  2. If you don´t know portuguese cheese.. take a look at Queijaria Eira da Vila among others.

Queijo – A Origem desta palavra

De Espanha podem não vir nem bons ventos ou casamentos, mas os espanhóis podem ter sido os responsáveis pela introdução da palavra Queijo. Deve ter acontecido pelo ano 980 através da palavra Queso.

Mas a fonte desta palavra parece encontrar-se no latim popular. Usou-se Caseus

Cheese deve ter tido origem na palavra chese e, por sua vez, em cīese ou cēse (em inglês antigo).

Muitas semelhanças fonéticas e gráficas encontramos também na origem alemã. Käse é como se diz nos dias de hoje. Chāsi em alemão antigo. Por sua vez a sua origem está na raiz germano-ocidental kasjus, uma derivação do latim.

Tudo parece ter uma fonte. E tem mesmo.

Fonte: Wikipedia e Internet

O que significa DOP?

Muito se fala de DOP. Este acrónimo aparece em vários produtos. Perguntamo-nos, de vez em quando, a razão de alguns produtos da mesma casa serem DOP e outros não?

Segue a explicação retirada da wikipedia:

“A denominação de origem protegida (DOP) são indicações geográficas definidas na legislação da União Europeia (UE) para proteger nomes das cozinhas regionais.

A Lei, que vem sendo paulatinamente expandida para outros países da UE e não-UE devido aos acordos bilaterais, certifica que apenas os produtos genuinamente originados em determinada região podem ser por eles comercializados e assim denominados.

Essa Lei protege os nomes de vinhos, queijos, presuntos, embutidos (linguiças), azeites, cervejas, pães regionais, frutas e vegetais.

Na sua essência, a denominação de origem protegida consiste na utilização do nome de uma região ou localidade, ou em casos excepcionais de um país, para designar um produto dela originário cujas características são devidas ao meio geográfico específico, aí se compreendendo os factores naturais e humanos. O uso de uma tal denominação confere aos seus detentores um direito específico de propriedade industrial, sobrepondo-se e eliminando qualquer marca que utilize ou evoque a mesma designação. “

A Queijaria Eira da Vila tem um DOP . É apresentado em unidades de 250 e 900gr

Lenda(s) de Vila Nova de São Bento

Não há como conhecer a história e as lendas para entender as pessoas e os seus hábitos.

Seguem duas lendas sobre a povoação onde a Queijaria Eira da Vila está instalada.

Lenda de Vila Nova de São Bento

Em Dezembro de 1640, em plena guerra da Restauração, levada a cabo pelos Portugueses para por fim ao domínio dos espanhóis, que durava há sessenta anos. A campanha arrastou-se por 27 anos, tendo por palco principal o Alentejo, visto as suas planuras serem propícias à acção da cavalaria, decisiva por essa época.

A lenda, por sua vez, fala-nos de uma jovem da Aldeia da Fonte do Canto, enamorada de um rapaz de uma Aldeia vizinha, Cabeço de Vaqueiros. Como este parecia não corresponder ao seu amor, a jovem acabou por aceitar o pedido de casamento dum soldado espanhol. Sabendo do casamento, logo o jovem alentejano se apressou a declarar o seu amor e a prometer tudo fazer para se livrar dos espanhóis das duas aldeias. A jovem, por seu lado, invoca São Bento, por quem tinha grande crença, para que lhe valesse em tão grande aflição, temendo pela vida do seu amado.

O espanhol, repudiado, chama mais tropas e a luta surge sem tréguas entre os combatentes rivais: de um lado, os soldados liderados pelo espanhol preterido, do outro, um grupo formado por todos os homens das duas aldeias, chefiados pelo jovem alentejano, unidos da mesma intenção: derrotar os espanhóis e libertar as aldeias da Fonte do Canto e de Cabeça de Vaqueiros. A verdade, porém, é que a bravura dos portugueses, juntos na sua força e na sua coragem, conseguiu pôr em debandada as tropas espanholas. Logo o pensamento das gentes se voltou para São Bento. Para as preces que lhe haviam feito. “São Bento tinha concedido um milagre”, era a opinião geral. Já o povo não quis separar as duas aldeias. Numa só, unidas, tinham lutado contra o inimigo, numa só continuaram a estar dali em diante.

Que nome dar-lhe, então? Pensando um pouco, não era uma aldeia nova que nascia? Pois esse seria o seu nome: “Aldeia Nova” – a que acrescentaram “de São Bento” em honra e agradecimento ao Santo que os tinha ajudado a conquistar, pela fé, a paz e a liberdade.

Numa outra lenda, São Bento apareceu a um crente, pessoa de posses da região, e comunicou-lhe que pretendia que erigissem uma igreja em sua homenagem.

Essa pessoa mandou construir a igreja, e assim se fez. Iniciou-se a sua na Herdade da Abóbada.

Durante a construção da referida igreja todos os dias, quando os construtores voltavam para iniciar os trabalhos,  as ferramentas não se encontravam lá, mas sim no local onde está construída a actual Igreja de São  Bento.

Este facto repetiu-se várias vezes levando a que os obreiros erguessem a igreja na sua actual localização, estando o altar-mor construído sobre o tronco da árvore onde São Bento apareceu.

Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Vila_Nova_de_S%C3%A3o_Bento

Mapa do concelho de Serpa
Para quem nos quiser encontrar.

Vila Nova de São Bento

Porque a cultura tem raízes, os nossos queijos também têm.  A Queijaria Eira da Vila situa-se em Serpa, na actual freguesia cujo nome é:  União das freguesias de Vila Nova de São Bento e Vale de Vargo.

Vila Nova de São Bento é uma antiga freguesia portuguesa do concelho de Serpa, com 241,69 km² de área e 3.072 habitantes (2011). A sua densidade populacional era 12,7 hab/km² (iremos actualizar esta infomação em breve).
Foi extinta e agregada à freguesia de Vale de Vargo, criando a União das freguesias de Vila Nova de São Bento e Vale de Vargo.

Foi elevada a vila em 19 de Abril de 1988; até aí, chamava-se Aldeia Nova de São Bento. O seu santo padroeiro é S. Bento e as suas festas anuais alternam entre os meses de Maio e Setembro.

Nota: Atualmente o concelho de Serpa é composto por três freguesias (Brinches, Pias e Vila Verde de Ficalho) e duas uniões de freguesias (União de Freguesias de Serpa e União das Freguesias de Vila Nova de São Bento e Vale de Vargo). Esta estrutura existe desde 2013, depois de ter sido imposta a reorganização administrativa do território. Até então existiam sete freguesias: Brinches, Pias, Vila Verde de Ficalho, Vale de Vargo, Vila Nova de São Bento, Santa Maria e Salvador, sempre com um papel decisivo na estrutura do poder local democrático, pela proximidade à população e a capacidade de resolver de forma rápida e eficaz os problemas.

Festas e feiras

  • Festa de S. Sebastião, festa essencialmente religiosa, realizada no dia 20 de Janeiro, dia de São Sebastião e que inclui procissão e oferendas de ramos de laranjas a S. Sebastião, bolos, frangos, leitões, etc. Para além da missa, tem lugar uma procissão e um leilão das oferendas.
  • Festa das Santas Cruzes no início de Maio, inclui procissão (com rosmaninho espalhado no chão) ao Cruzeiro, onde há missa e por vezes garraida. Em diversas casas da vila é enfeitada uma divisão com a Santa Cruz, um altar em degraus coberto de tecido claro, normalmente com bordados e enfeitado com flores, figuras de culto e velas, culminado com a “Santa Cruz”. Os visitantes são bem recebidos e canta-se à Santa Cruz.
  • Feira anual no último fim de semana de Julho. A Feira foi criada em 1899 com a finalidade de manifestar a sua profunda adoração ao Santo Padroeiro desta freguesia.

Esta informação foi retirada da wikipedia e do site da Câmara Municipal de Serpa.

Brasão de Vale de Vargo

História de Serpa

Castelo de Serpa
Castelo de Serpa

Em 1281, quando Serpa e todas as terras da Margem Esquerda do Guadiana estavam ainda sob domínio de Castela, Afonso X estabeleceu a demarcação do concelho, para melhor se povoar, e atribuiu-lhe o primeiro foral, o de Sevilha. Ao fim de um século de peripécias militares e diplomáticas, com a Reconquista cristã do Alentejo, Serpa recebe de D. Dinis, em 1295, nova carta de foral.
  
Na centúria de Quinhentos Serpa apresentava-se, como uma das mais importantes vilas do Alentejo e do próprio reino, cujo desenvolvimento assentava na agricultura dos cereais e do gado mas também no artesanato poderoso, voltado para o comércio, e numa aliança muito estreita com o rei. No século seguinte, Serpa quase duplica a sua população, o que está de acordo com a evolução geral do país. De facto, nos séculos XVI e XVII, as terras de fronteira, o interior, estão muito longe da desertificação pois a fronteira não trava ainda as ligações entre Portugal e Espanha.


Em 1674, o príncipe regente, futuro rei D. Pedro II, confere à vila o título e os privilégios de “Vila Notável”, justificados pelo número de moradores – mais de mil e quinhentos -, pela nobreza das gentes, saindo dela muitos homens insignes, tanto nas letras como nas armas, e pela posição militar estratégica que ocupava, junto à linha de fronteira, em ocasiões de guerra. Esta última situação, aliás, fez com que o concelho fosse particularmente afectado pela insegurança e as destruições provocadas progressivamente pelas guerras da Restauração de 1640/48, a guerra da Sucessão de Espanha, entre 1703 e 1713, e as invasões napoleónicas, em 1801 e 1814.


Em meados do século XVIII, o concelho perde preponderância militar e, ao contrário do resto do país, a sua população não aumenta, talvez pelas inúmeras situações de crise registadas devido a maus anos agrícolas. No final da centúria de Setecentos o concelho está mais próximo do século XVII do que do século XIX. O antigo regime económico mantém-se e com ele as desigualdades sociais. As terras férteis do concelho estão nas mãos dos grandes proprietários, que controlam a vida municipal, e constitui-se uma massa crescente de camponeses sujeitos a crises cíclicas de trabalho e a uma situação de subsistência miserável.
No dealbar do Século das Luzes, o país, em geral, e Serpa e a sua região, em particular, estão muito longe da “Luz” que tanto referem os homens desse tempo. Ironicamente, um deles, o Abade Correia da Serra, nasceu em Serpa, em 1751.


Nos séculos seguintes ter-se-á verificado uma concentração cada vez maior das propriedades nas mãos dos grandes senhores, que, salvo raras exceções, aplicam os seus lucros fora da região.


Durante a segunda metade do século XIX, a multiplicação dos desbravamentos, não só das terras boas mas também das terras improdutivas, a que chamavam galegas, e depois, nos anos 30 e 40 do século XX, a célebre Campanha do Trigo, que estendeu a sua cultura mesmo às vastas regiões de xisto, tiveram consequências desastrosas.


Desequilibraram o frágil sistema produtivo baseado na complementaridade da pecuária com as atividades recoletoras e com o cultivo intenso das hortas e não resolveram o problema de uma economia que servia os interesses de quem vivia fora do Alentejo. Talvez resida aqui a verdadeira dimensão do isolamento que afecta a região.

Este artigo foi retirado do site da Câmara Municipal de Serpa: https://www.cm-serpa.pt/pt/menu/596/historia.aspx

Estamos, com orgulho, em Serpa. Queremos divulgar os nossos produtos, mas queremos também divulgar Serpa, divulgar as suas gentes e costumes, divulgar os seus produtos, entre os quais, os seus queijos.

Equipa da Queijaria Eira da Vila

Quero, com esta primeira mensagem neste blog, agradecer aos nossos colaboradores: Cândida, Susana, Ângela, Francisca, Rosária, Bárbara, Cristina, António, Maria, Manuel, Ana C, Francisca, Andrés, Pedro, Marisa, Sérgio, Sandra, Eloísa, Ana M e Luís.

Só com estes colaboradores conseguimos passar os últimos 4 meses a trabalhar em segurança, cumprindo todas as normas.


OBRIGADO A ELES.

Equipa da Queijaria Eira da Vila